12 de junho de 2012
27 de fevereiro de 2012
26 de julho de 2011
Um alerta
Apresenta Sarkozy plano francês contra Alzheimer em AAIC 2011
Nicolás SarkozyParis, 20 jul (Prensa Latina) O presidente da República, Nicolás Sarkozy, apresentará hoje aqui ante a Alzheimer''s Association (R) International Conference 2011 (AAIC 2011) os avanços da França na luta contra a doença.
Este encontro anual da AAIC reúne mais de cinco mil especialistas nesta matéria, os quais mostram os últimos trabalhos realizados em torno do combate contra este mau que afeta a 36 milhões de pessoas no mundo segundo as últimas estimativas.
No caso francês, o plano lançado em 2008 baseia-se em três pilares: melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência e de seus familiares, a mobilização da sociedade no combate contra a infecção e o apoio à investigação.
Harry Johns, presidente da Associação Alzheimer reconheceu que França é um dos poucos países que tem desenvolvido uma política de envergadura contra o mau. Este programa tem permitido aprofundar nos conhecimentos científicos, formar mais de 600 especialistas em epidemiologia clínica e pôr em marcha mais de 100 projetos de investigação básica no campo da terapia e em ciências humanas e sociais.
Ademais criaram-se 65 clínicas da memória especializadas na detecção precoce, incrementou-se o número de instituições para pessoas com Alzheimer e prevê-se a criação a mais de 500 novos centros de diagnostico em todo o país.
O grande número de pessoas afetadas pelo Alzheimer unido ao custo financeiro que pesa sobre as famílias e os Estados convertem a esta doença na ameaça da saúde pública do século XXI, agregou Johns.
Um Relatório mundial publicado por Alzheimer's Disease International (ADI), revelou que a doença corre o risco de se duplicar em 20 anos e atingir os 66 milhões de pessoas em 2030 e os 115 milhões em 2050.http://www.blogger.com/img/blank.gif
Esta enfermidade é uma doença neurodegenerativa e irreversível que produz um deterioramento das funções cognitivas como perda progressiva da memória, a orientação, a linguagem, acompanhados de transtornos conductuais.
Fonte: Prensa Latina
Nicolás SarkozyParis, 20 jul (Prensa Latina) O presidente da República, Nicolás Sarkozy, apresentará hoje aqui ante a Alzheimer''s Association (R) International Conference 2011 (AAIC 2011) os avanços da França na luta contra a doença.
Este encontro anual da AAIC reúne mais de cinco mil especialistas nesta matéria, os quais mostram os últimos trabalhos realizados em torno do combate contra este mau que afeta a 36 milhões de pessoas no mundo segundo as últimas estimativas.
No caso francês, o plano lançado em 2008 baseia-se em três pilares: melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência e de seus familiares, a mobilização da sociedade no combate contra a infecção e o apoio à investigação.
Harry Johns, presidente da Associação Alzheimer reconheceu que França é um dos poucos países que tem desenvolvido uma política de envergadura contra o mau. Este programa tem permitido aprofundar nos conhecimentos científicos, formar mais de 600 especialistas em epidemiologia clínica e pôr em marcha mais de 100 projetos de investigação básica no campo da terapia e em ciências humanas e sociais.
Ademais criaram-se 65 clínicas da memória especializadas na detecção precoce, incrementou-se o número de instituições para pessoas com Alzheimer e prevê-se a criação a mais de 500 novos centros de diagnostico em todo o país.
O grande número de pessoas afetadas pelo Alzheimer unido ao custo financeiro que pesa sobre as famílias e os Estados convertem a esta doença na ameaça da saúde pública do século XXI, agregou Johns.
Um Relatório mundial publicado por Alzheimer's Disease International (ADI), revelou que a doença corre o risco de se duplicar em 20 anos e atingir os 66 milhões de pessoas em 2030 e os 115 milhões em 2050.http://www.blogger.com/img/blank.gif
Esta enfermidade é uma doença neurodegenerativa e irreversível que produz um deterioramento das funções cognitivas como perda progressiva da memória, a orientação, a linguagem, acompanhados de transtornos conductuais.
Fonte: Prensa Latina
1 de junho de 2011
18 de maio de 2011
ATENÇÃO
9 de maio de 2011
Bom Dia
" As melhores e mais lindas coisas da vida não podem ser vistas nem tocadas:
devem ser sentidas com o coração."
Helen Keller
devem ser sentidas com o coração."
Helen Keller
30 de março de 2011
15 de março de 2011
PLANO NACIONAL DE AÇÃO RELATIVO À DOENÇA DE ALZHEIMER
Norton Sayeg NOTÍCIAS - Saúde
Uma das formas mais freqüentes de demência entre idosos é a doença de Alzheimer, mas a atenção diante desse mal está longe de ser suficiente.
Por meio desse abaixo assinado, profissionais da saúde e familiares esperam obter um apoio prático das autoridades governamentais.
A doença atinge cerca de um milhão e duzentas mil famílias só no Brasil.
Os familiares sentem-se desamparados diante de algo desconhecido , e como se trata de uma doença sem cura e progressiva os cuidadores reivindicam por meio desta petição direito a apoio e informação.
CONHECENDO MELHOR A DOENÇA
Na maioria das pessoas os sintomas aparecem após os 60 anos de idade.
Erroneamente conhecida pela população como “esclerose” ou “velhinho gagá”, não está relacionada com problemas circulatórios.
É caracterizada por um progressivo e irreversível declínio de funções intelectuais como:
- falta de memória,
-perda de orientação no tempo e no espaço,
- dificuldades com o pensamento abstrato,
-dificuldade no aprendizado,
- incapacidade de realizar cálculos simples,
- distúrbios da linguagem e da comunicação,
- mudança da personalidade,
-incapacidade no julgamento,
-grande dificuldade em realizar as tarefas cotidianas.
Os cientistas ainda não sabem exatamente qual é a causa da doença de Alzheimer, mas é sabido que quanto maior a idade maior o risco.
Não há cura para a doença, mas há tratamento que deve ser iniciado logo no início dos sintomas.
Quanto mais precoce for a instituição da terapêutica, melhor será o resultado , retardando a evolução e até melhorando o declínio cognitivo característico.
O tratamento é farmacológico necessitando de medicamentos específicos, associados com medidas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
Nós, familiares e profissionais de saúde, convocamos as autoridades a estabelecerem, de imediato, providências diante dessa situação.
Pedimos o seu apoio para a implantação de ações práticas com o objetivo de reconhecer a doença de Alzheimer e outras formas de demência como prioridade nacional de saúde pública e de política social, visando:
· ESTABELECER URGÊNCIA NA CRIAÇÃO E NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM PLANO NACIONAL DE AÇÃO, TRATANDO A DOENÇA DE ALZHEIMER COMO PRIORIDADE;
· PROMOVER UMA CAMPANHA NACIONAL, PATROCINADA PELO PODER PÚBLICO, EM PARCERIA COM A GRANDE MÍDIA, VISANDO ALERTAR E INFORMAR SOBRE OS SINTOMAS E OS PRIMEIROS SINAIS DA DOENÇA;
· REALIZAR UM DEBATE NACIONAL QUE ENVOLVA AS AUTORIDADES EXECUTIVAS E LEGISLATIVAS, CUIDADORES, FAMILIARES, PROFISSIONAIS DA SAÚDE, FORMADORES DE OPINIÃO, POLÍTICOS, AGENTES SOCIAIS E ECONÔMICOS, COM O OBJETIVO DE INSTRUMENTALIZAR E POR EM CURSO AÇÕES EMERGENCIAIS, DE ALTA E INADIÁVEL NECESSIDADE.
Contamos com o apoio de todos para que essa situação seja revertida, e para que familiares e vítimas da doença tenham os cuidados necessários e sua dignidade garantida.
Obrigado
Esse movimento nasceu de uma rede de contatos, iniciada pelo Dr. Norton Sayeg, e hoje conta com 1.900 inscritos.
Site para assinar a petição:
www.alzheimeronline.com.br.
Uma das formas mais freqüentes de demência entre idosos é a doença de Alzheimer, mas a atenção diante desse mal está longe de ser suficiente.
Por meio desse abaixo assinado, profissionais da saúde e familiares esperam obter um apoio prático das autoridades governamentais.
A doença atinge cerca de um milhão e duzentas mil famílias só no Brasil.
Os familiares sentem-se desamparados diante de algo desconhecido , e como se trata de uma doença sem cura e progressiva os cuidadores reivindicam por meio desta petição direito a apoio e informação.
CONHECENDO MELHOR A DOENÇA
Na maioria das pessoas os sintomas aparecem após os 60 anos de idade.
Erroneamente conhecida pela população como “esclerose” ou “velhinho gagá”, não está relacionada com problemas circulatórios.
É caracterizada por um progressivo e irreversível declínio de funções intelectuais como:
- falta de memória,
-perda de orientação no tempo e no espaço,
- dificuldades com o pensamento abstrato,
-dificuldade no aprendizado,
- incapacidade de realizar cálculos simples,
- distúrbios da linguagem e da comunicação,
- mudança da personalidade,
-incapacidade no julgamento,
-grande dificuldade em realizar as tarefas cotidianas.
Os cientistas ainda não sabem exatamente qual é a causa da doença de Alzheimer, mas é sabido que quanto maior a idade maior o risco.
Não há cura para a doença, mas há tratamento que deve ser iniciado logo no início dos sintomas.
Quanto mais precoce for a instituição da terapêutica, melhor será o resultado , retardando a evolução e até melhorando o declínio cognitivo característico.
O tratamento é farmacológico necessitando de medicamentos específicos, associados com medidas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
Nós, familiares e profissionais de saúde, convocamos as autoridades a estabelecerem, de imediato, providências diante dessa situação.
Pedimos o seu apoio para a implantação de ações práticas com o objetivo de reconhecer a doença de Alzheimer e outras formas de demência como prioridade nacional de saúde pública e de política social, visando:
· ESTABELECER URGÊNCIA NA CRIAÇÃO E NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM PLANO NACIONAL DE AÇÃO, TRATANDO A DOENÇA DE ALZHEIMER COMO PRIORIDADE;
· PROMOVER UMA CAMPANHA NACIONAL, PATROCINADA PELO PODER PÚBLICO, EM PARCERIA COM A GRANDE MÍDIA, VISANDO ALERTAR E INFORMAR SOBRE OS SINTOMAS E OS PRIMEIROS SINAIS DA DOENÇA;
· REALIZAR UM DEBATE NACIONAL QUE ENVOLVA AS AUTORIDADES EXECUTIVAS E LEGISLATIVAS, CUIDADORES, FAMILIARES, PROFISSIONAIS DA SAÚDE, FORMADORES DE OPINIÃO, POLÍTICOS, AGENTES SOCIAIS E ECONÔMICOS, COM O OBJETIVO DE INSTRUMENTALIZAR E POR EM CURSO AÇÕES EMERGENCIAIS, DE ALTA E INADIÁVEL NECESSIDADE.
Contamos com o apoio de todos para que essa situação seja revertida, e para que familiares e vítimas da doença tenham os cuidados necessários e sua dignidade garantida.
Obrigado
Esse movimento nasceu de uma rede de contatos, iniciada pelo Dr. Norton Sayeg, e hoje conta com 1.900 inscritos.
Site para assinar a petição:
www.alzheimeronline.com.br.
22 de fevereiro de 2011
Sarkozy em balanço de Plano Alzheimer
22 de febrero de 2011, 10:00Paris, 22 fev (Prensa Latina)
O presidente francês, Nicolás Sarkozy, visita hoje à cidade de Bordeaux (sudoeste), onde realizará um balanço do terceiro plano contra o Alzheimer, uma doença que afeta cerca de 860 mil franceses.
A estratégia apresentada em 2008 para um período de cinco anos compreende 44 medidas com um fundo de 1,6 bilhão de euros, destinados a melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença e seus familiares e a aumentar a investigação sobre o tema.
Para a presidenta da Associação France-Alzheimer, Marie-Odile Desana, têm-se evidenciado alguns avanços em termos de hospitalização e na formação de ajudantes familiares, mas pode-se fazer mais.
Segundo um estudo divulgado aqui, as famílias dos portadores de Alzheimer devem pagar ao redor de mil euros mensais de seus próprios bolsos por mês para cobrir as despesas geradas por causa desta afetação.
Este é o montante médio a pagar após receber os reembolsos do seguro social e das ajudas destinadas para esta doença, concluiu esta investigação da Associação France-Alzheimer.
De acordo com a pesquisa que acompanhou 500 famílias durante um ano, os afetados gastam entre 1.042 e 1.180 euros por mês em média, sejam atendidos em seu domicílio ou em um centro assistencial.
Estas somas são investidas fundamentalmente em proteções para a incontinência urinária, os cuidados de pele e produtos destinados à higiene, entre outros.
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa e irreversível que produz um deterioramento das funções cognitivas, como perda progressiva da memória, da orientação, da linguagem, acompanhados de transtornos de comportamento.
Esta doença, que afeta a ao redor de 35 milhões de pessoas no mundo e cerca de 860 mil neste país, é a mais temida pelos franceses após o câncer e os acidentes nas estradas, revelou o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde (Inpes).
O relatório mundial, publicado por Alzheimer's Disease International (ADI) em ocasião da Jornada 2010, revelou que a doença poderia se duplicar em 20 anos e atingir 66 milhões de pessoas em 2030 e 115 milhões em 2050.
Na França, a cifra poderia chegar a 1,3 milhão de casos em 10 anos, segundo a Fundação para a Investigação Médica.
O presidente francês, Nicolás Sarkozy, visita hoje à cidade de Bordeaux (sudoeste), onde realizará um balanço do terceiro plano contra o Alzheimer, uma doença que afeta cerca de 860 mil franceses.
A estratégia apresentada em 2008 para um período de cinco anos compreende 44 medidas com um fundo de 1,6 bilhão de euros, destinados a melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença e seus familiares e a aumentar a investigação sobre o tema.
Para a presidenta da Associação France-Alzheimer, Marie-Odile Desana, têm-se evidenciado alguns avanços em termos de hospitalização e na formação de ajudantes familiares, mas pode-se fazer mais.
Segundo um estudo divulgado aqui, as famílias dos portadores de Alzheimer devem pagar ao redor de mil euros mensais de seus próprios bolsos por mês para cobrir as despesas geradas por causa desta afetação.
Este é o montante médio a pagar após receber os reembolsos do seguro social e das ajudas destinadas para esta doença, concluiu esta investigação da Associação France-Alzheimer.
De acordo com a pesquisa que acompanhou 500 famílias durante um ano, os afetados gastam entre 1.042 e 1.180 euros por mês em média, sejam atendidos em seu domicílio ou em um centro assistencial.
Estas somas são investidas fundamentalmente em proteções para a incontinência urinária, os cuidados de pele e produtos destinados à higiene, entre outros.
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa e irreversível que produz um deterioramento das funções cognitivas, como perda progressiva da memória, da orientação, da linguagem, acompanhados de transtornos de comportamento.
Esta doença, que afeta a ao redor de 35 milhões de pessoas no mundo e cerca de 860 mil neste país, é a mais temida pelos franceses após o câncer e os acidentes nas estradas, revelou o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde (Inpes).
O relatório mundial, publicado por Alzheimer's Disease International (ADI) em ocasião da Jornada 2010, revelou que a doença poderia se duplicar em 20 anos e atingir 66 milhões de pessoas em 2030 e 115 milhões em 2050.
Na França, a cifra poderia chegar a 1,3 milhão de casos em 10 anos, segundo a Fundação para a Investigação Médica.
31 de janeiro de 2011
12 de janeiro de 2011
Os Desafios da Doença de Alzheimer
Autor: Dr. Annibal Truzzi
O crescimento da população de idosos é um fenôneno mundial, e no nosso país caracteriza-se pele sua rapidez. Apesar da maioria dos idosos serem considerados "jovens", nós já observamos o aumento da prevalência das doenças crônicas e degenerativas nesse grupo, dentre elas a doença de Alzheimer. O diagnóstico da doença de Alzheimer é eminentemente clínico e, hoje em dia, nós contamos com classificações diagnósticas bastante sensíveis e específicas que garantem ao médico uma maior acurácia no diagnóstico da doença e, consequentenente. uma melhor diferenciação entre o idoso antes considerado "senil" ou "esclerosado1 e o idoso sadio.
A doença de Alzheimer é a principal causa de demência no nosso meio. A prevalência dessa doença dobra a cada 5 anos a partir dos 65 anos de idade, o que torna a idade um fator de risco substancial. Além disso, outros fatores de risco incluem o sexo feminino, o baixo nível de escolaridade, história de traumatismo craniano. história familiar positiva e a síndrome de Down.A maioria dos casos inicia-se após os 65 anos de idade e, embora possuam um componente genético, não necessariamente acometem gerações sucessivas de uma família.
O primeiro sinal da doença é o esquecimento para fatos recentes, que se inicia de forma leve e lentamente progride, de modo que o paciente não consegue mais realizar suas atividades habituais corretamente. Logo, a capacidade de organização. planejamento e execução dos cuidados básicos, manejo do dinheiro e o desempenho no trabalho ficam bastante prejudicados. O paciente pode ter muita dificuldade em reconhecer pessoas, passa a se perder com frequência quando sai de casa. As alterações motoras, a linguagem e a escrita ficam preservadas até os estágios mais tardios da doença e, na fase terminal, o paciente não consegue mais se locomover e se alimentar normalmente. A morte desses pacientes está relacionada as complicações clínicas dessa imobilização, como infecções respiratórias, escaras de decúbito, dentre outras.
Mais da metade dos pacientes acometidos pela doença de Alzheimer apresenta alterações de comportamento em alguma fase da doença. Os sintomas comportamentais do paciente representam um dos principais fatores relacionados à sobrecarga do cuidador e à institucionalização precoce do paciente. É fato que com a progressão da doença o aparecimento das alterações de comportamento é maior. Alguns sintomas como apatia, agitação, agressividade e ansiedade são bastante comuns e, mais ainda, esses pacientes também apresentam depressão com bastante frequência. As repercussões tanto para os pacientes quanto para os cuidadores são bastante prejudiciais e incluem uma piora da qualidade de vida para ambos, maior gasto com procedimentos médicos e piora do quadro clínico do paciente, maior adoecimento psíquico e físico para o cuidador.
É importante ressaltar o fato de que o aparecimento de um sintoma psicológico ou comportamental se deve não só a própria doença em si, pelas lesões no sistema nervoso central do paciente, como também pela influência dos fatores ambientais individuais, como o meio onde o paciente reside e a relação com o cuidador.
Atualmente, nós sabemos que tanto o paciente quanto o cuidador sofrem quando a doença de Alzheimer se estabelece. Os cuidadores dos pacientes com a doença de Alzheimer são acometidos por altos níveis de sobrecarga, depressão, ansiedade e de outras complicações clínicas comparados à população geral e aos cuidadores de idosos dependentes devido a outras doenças clínicas. No nosso meio. esse cuidador é geralmente uma pessoa do sexo feminino, com mais de 50 anos de idade e que acumula em si todos cuidados fornecidos para o paciente. A síndrome de Burnout, que se traduz por um esgotamento emocional significativo, também é uma manifestação bastante comum nesses cuidadores, uma vez que eles geralmente não dividem suas responsabilidades com outros indivíduos, possuem pouco treinamento e orientação sobre o manejo do quadro demencial e recebem pouco retorno do paciente e da sociedade em geral. De fato, o isolamento social e a falta de recursos é um fenômeno comum ao núcleo familiar do paciente com a doença de Alzheimer.
O tratamento da doença de Alzheimer envolve abordagens medicamentosas e não medicamentosas multidisciplinares. Apesar de não promoverem a cura da doença, essas abordagens são particularmente úteis na lentificação da progressão da doença e na prevenção e manejo dos sintomas comportamentais. A abordagem do paciente com alguma alteração decomportamento deve ser inicialmente não medicamentosa, analisando-se detalhamente algum fator que possa estar relacionado àquele sintoma, como qualquer necessidade não atendida do paciente e a presença de um cuidador sobrecarregado. Assim, um paciente deprimido pode estar necessitando de maior estimulação social e um paciente agitado pode estar padecendo de um quadro doloroso que precisa ser tratado, por exemplo. O cuidador estressado deve sempre receber orientação sobre a doença e o manejo da doença, por todos os profissionais de saúde que atendem o paciente. Além disso, ele deve sempre procurar a associação de familiares de pacientes com a doença de Alzheimer mais próxima da sua residência, uma vez que elas representam importantes redes de suporte social, ajudando a diminuir o sentimento de isolamento do cuidador e a compreender melhor as repercussões da doença.
Mesmo após cem anos do primeiro caso relatado pelo neuropatologista alemão Alois Alzheimer, a doença de Alzheimer ainda possui os seus mistérios notadamente em relação a sua causa e mecanismos envolvidos na degeneneração cerebral. Ainda assim, nós sabemos que muito pode ser feito para melhorar a qualidade de vida tanto do paciente quanto do cuidador. Com as estratégias terapêuticas que nós dispomos, muitos pacientes podem permanecer estabilizados do ponto de vista cognitivo e comportamental por vários anos, o que torna o diagnóstico precoce mandatório. Todos nós somos cuidadores em potencial de alguma pessoa a quem queremos bem, embora nem sempre estejamos preparados para vivenciar essa situação. Apesar disso, o ato de cuidar pode ser muito gratificante e significar um último momento nas vidas do cuidador e do paciente de muito respeito e carinho.
Previna-se Mantenha sua mente em plena forma. Passatempos como jogos, palavras cruzadas, quebra-cabeças, bordados, trabalhos artísticos e outras coisas que obriguem a pensar aumentam o número de conexões neurais, ajudando a sua cabeça a se manter saudável e mais 'equipada' e prevenida contra o Alzheimer e outras doenças degenerativas do cérebro. E você ainda ganha em esperteza e rapidez de raciocínio
Dr. Annibal Truzzi
Médico Psiquiatra
Especialista em Psicogeriatria
Membro da Comissão Científica da APAZ
www.apaz.org.br
O crescimento da população de idosos é um fenôneno mundial, e no nosso país caracteriza-se pele sua rapidez. Apesar da maioria dos idosos serem considerados "jovens", nós já observamos o aumento da prevalência das doenças crônicas e degenerativas nesse grupo, dentre elas a doença de Alzheimer. O diagnóstico da doença de Alzheimer é eminentemente clínico e, hoje em dia, nós contamos com classificações diagnósticas bastante sensíveis e específicas que garantem ao médico uma maior acurácia no diagnóstico da doença e, consequentenente. uma melhor diferenciação entre o idoso antes considerado "senil" ou "esclerosado1 e o idoso sadio.
A doença de Alzheimer é a principal causa de demência no nosso meio. A prevalência dessa doença dobra a cada 5 anos a partir dos 65 anos de idade, o que torna a idade um fator de risco substancial. Além disso, outros fatores de risco incluem o sexo feminino, o baixo nível de escolaridade, história de traumatismo craniano. história familiar positiva e a síndrome de Down.A maioria dos casos inicia-se após os 65 anos de idade e, embora possuam um componente genético, não necessariamente acometem gerações sucessivas de uma família.
O primeiro sinal da doença é o esquecimento para fatos recentes, que se inicia de forma leve e lentamente progride, de modo que o paciente não consegue mais realizar suas atividades habituais corretamente. Logo, a capacidade de organização. planejamento e execução dos cuidados básicos, manejo do dinheiro e o desempenho no trabalho ficam bastante prejudicados. O paciente pode ter muita dificuldade em reconhecer pessoas, passa a se perder com frequência quando sai de casa. As alterações motoras, a linguagem e a escrita ficam preservadas até os estágios mais tardios da doença e, na fase terminal, o paciente não consegue mais se locomover e se alimentar normalmente. A morte desses pacientes está relacionada as complicações clínicas dessa imobilização, como infecções respiratórias, escaras de decúbito, dentre outras.
Mais da metade dos pacientes acometidos pela doença de Alzheimer apresenta alterações de comportamento em alguma fase da doença. Os sintomas comportamentais do paciente representam um dos principais fatores relacionados à sobrecarga do cuidador e à institucionalização precoce do paciente. É fato que com a progressão da doença o aparecimento das alterações de comportamento é maior. Alguns sintomas como apatia, agitação, agressividade e ansiedade são bastante comuns e, mais ainda, esses pacientes também apresentam depressão com bastante frequência. As repercussões tanto para os pacientes quanto para os cuidadores são bastante prejudiciais e incluem uma piora da qualidade de vida para ambos, maior gasto com procedimentos médicos e piora do quadro clínico do paciente, maior adoecimento psíquico e físico para o cuidador.
É importante ressaltar o fato de que o aparecimento de um sintoma psicológico ou comportamental se deve não só a própria doença em si, pelas lesões no sistema nervoso central do paciente, como também pela influência dos fatores ambientais individuais, como o meio onde o paciente reside e a relação com o cuidador.
Atualmente, nós sabemos que tanto o paciente quanto o cuidador sofrem quando a doença de Alzheimer se estabelece. Os cuidadores dos pacientes com a doença de Alzheimer são acometidos por altos níveis de sobrecarga, depressão, ansiedade e de outras complicações clínicas comparados à população geral e aos cuidadores de idosos dependentes devido a outras doenças clínicas. No nosso meio. esse cuidador é geralmente uma pessoa do sexo feminino, com mais de 50 anos de idade e que acumula em si todos cuidados fornecidos para o paciente. A síndrome de Burnout, que se traduz por um esgotamento emocional significativo, também é uma manifestação bastante comum nesses cuidadores, uma vez que eles geralmente não dividem suas responsabilidades com outros indivíduos, possuem pouco treinamento e orientação sobre o manejo do quadro demencial e recebem pouco retorno do paciente e da sociedade em geral. De fato, o isolamento social e a falta de recursos é um fenômeno comum ao núcleo familiar do paciente com a doença de Alzheimer.
O tratamento da doença de Alzheimer envolve abordagens medicamentosas e não medicamentosas multidisciplinares. Apesar de não promoverem a cura da doença, essas abordagens são particularmente úteis na lentificação da progressão da doença e na prevenção e manejo dos sintomas comportamentais. A abordagem do paciente com alguma alteração decomportamento deve ser inicialmente não medicamentosa, analisando-se detalhamente algum fator que possa estar relacionado àquele sintoma, como qualquer necessidade não atendida do paciente e a presença de um cuidador sobrecarregado. Assim, um paciente deprimido pode estar necessitando de maior estimulação social e um paciente agitado pode estar padecendo de um quadro doloroso que precisa ser tratado, por exemplo. O cuidador estressado deve sempre receber orientação sobre a doença e o manejo da doença, por todos os profissionais de saúde que atendem o paciente. Além disso, ele deve sempre procurar a associação de familiares de pacientes com a doença de Alzheimer mais próxima da sua residência, uma vez que elas representam importantes redes de suporte social, ajudando a diminuir o sentimento de isolamento do cuidador e a compreender melhor as repercussões da doença.
Mesmo após cem anos do primeiro caso relatado pelo neuropatologista alemão Alois Alzheimer, a doença de Alzheimer ainda possui os seus mistérios notadamente em relação a sua causa e mecanismos envolvidos na degeneneração cerebral. Ainda assim, nós sabemos que muito pode ser feito para melhorar a qualidade de vida tanto do paciente quanto do cuidador. Com as estratégias terapêuticas que nós dispomos, muitos pacientes podem permanecer estabilizados do ponto de vista cognitivo e comportamental por vários anos, o que torna o diagnóstico precoce mandatório. Todos nós somos cuidadores em potencial de alguma pessoa a quem queremos bem, embora nem sempre estejamos preparados para vivenciar essa situação. Apesar disso, o ato de cuidar pode ser muito gratificante e significar um último momento nas vidas do cuidador e do paciente de muito respeito e carinho.
Previna-se Mantenha sua mente em plena forma. Passatempos como jogos, palavras cruzadas, quebra-cabeças, bordados, trabalhos artísticos e outras coisas que obriguem a pensar aumentam o número de conexões neurais, ajudando a sua cabeça a se manter saudável e mais 'equipada' e prevenida contra o Alzheimer e outras doenças degenerativas do cérebro. E você ainda ganha em esperteza e rapidez de raciocínio
Dr. Annibal Truzzi
Médico Psiquiatra
Especialista em Psicogeriatria
Membro da Comissão Científica da APAZ
www.apaz.org.br
30 de dezembro de 2010
15 de dezembro de 2010
Alagoas: Estado não cumpre decisão judicial que beneficia portadores da doença Alzheimer
09/12/2010 - 10:38
Juíza Maria Ester Fontan determinou que medicamentos fossem disponibilizados desde agosto deste ano
Ao ser cientificado da situação pela Associação Brasileira de Alzheimer – Regional de Alagoas , a Defensoria Pública de Alagoas, por intermédio do Defensor Público Daniel Alcoforado, noticiou, na última sexta-feira (3,) a postura de desrespeito ao Poder Judiciário por parte da Secretaria de Saúde e solicitou a adoção de medidas coercitivas contra o Diretor de Assistência Farmacêutica, Fábio Pacheco e o Secretário de Saúde, Herbert Motta, obrigando-lhes a cumprir imediatamente a liminar concedida em agosto deste ano.
“São aproximadamente quatro meses sem cumprimento da tutela antecipada, o que representa uma conduta acintosa e desamparada de qualquer justificativa por parte dos agentes públicos, que desprezam completamente a autoridade do Poder Judiciário e colocam em risco a vida de inúmeras pessoas acometidas do Alzheimer e que tem naquele tratamento a única forma de sobreviver dignamente”, afirmou o defensor público.
Segundo ele, a Ação Civil Pública é fruto da Defensoria Pública, através do Núcleo do Idoso, depois do pedido de representantes da Associação Brasileira de Alzheimer – Regional de Alagoas, no começo do mês de agosto. “A Justiça de Alagoas concedeu liminar no mesmo mês determinando que a Secretária de Saúde do Estado de Alagoas e do município de Maceió fornecessem aos portadores de doença de Alzheimer os medicamentos Cloridrato de Memantina 10 miligramas (EBIX, ALOIS) e Rivastigmina Transdêrmica (Exelon Patch), os quais não estão inseridos na relação de medicamentos oficiais disponibilizados à população pelo SUS”, explica o defensor.
No entanto, a referida Associação comunicou a Defensoria Pública que a Diretoria de Assistência Farmacêutica da Secretaria Estadual de Saúde, responsável pela farmácia de medicamentos excepcionais, está se negando a cumprir a decisão judicial, recusando, sem qualquer justificativa, a recepcionar os pedidos de medicamentos protocolados pelos pacientes.
Decisão obriga que pacientes tenham acesso ao medicamento sem nenhuma burocracia
De acordo com a juíza Maria Ester Fontan na decisão, o Brasil conta hoje com uma população de quase 15 milhões de idosos, e dentre as moléstias que mais os acometem está o Alzheimer – doença crônico-degenerativa, progressiva, que compromete o cérebro, causando a diminuição da memória, dificuldade no raciocínio e pensamento e alterações comportamentais.
“A doença atinge cerca de um milhão de brasileiros atualmente, e um número significativo destes cidadãos necessita do Sistema Único de Saúde (SUS) a fim de socorrer-se para tratamento da doença, e conseqüentemente, submetem-se, por faltar condições de arcar com o alto custo da doença, às conhecidas agruras no SUS”, afirma a Juíza Maria Éster Manso.
A decisão também ressalta que a atual lista do SUS revela-se deficiente e incompleta, quando não leva em consideração as variadas formas de tratamento para a doença e as diferenças e necessidades especiais para o adequado fornecimento de medicamentos que cada indivíduo necessita. “Em havendo urgência nos tratamentos de Alzheimer traduzindo no perigo da demora, reconheço o cabimento da antecipação da Tutela no caso sob análise, inclusive com respaldo jurisprudencial: ‘O direito à saúde é assegurado a todos, devendo os necessitados receber do ente público os medicamentos e exames necessários’ (Aplicação do artigo 196 da Constituição Federal)”, consta na decisão.
Segundo a Juíza, para ter acesso a estes medicamentos, é necessário apenas que o paciente ou sua família busque a farmácia de remédios excepcionais e protocole o pedido das medicações.
Veículo: Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Estado: AL
Juíza Maria Ester Fontan determinou que medicamentos fossem disponibilizados desde agosto deste ano
Ao ser cientificado da situação pela Associação Brasileira de Alzheimer – Regional de Alagoas , a Defensoria Pública de Alagoas, por intermédio do Defensor Público Daniel Alcoforado, noticiou, na última sexta-feira (3,) a postura de desrespeito ao Poder Judiciário por parte da Secretaria de Saúde e solicitou a adoção de medidas coercitivas contra o Diretor de Assistência Farmacêutica, Fábio Pacheco e o Secretário de Saúde, Herbert Motta, obrigando-lhes a cumprir imediatamente a liminar concedida em agosto deste ano.
“São aproximadamente quatro meses sem cumprimento da tutela antecipada, o que representa uma conduta acintosa e desamparada de qualquer justificativa por parte dos agentes públicos, que desprezam completamente a autoridade do Poder Judiciário e colocam em risco a vida de inúmeras pessoas acometidas do Alzheimer e que tem naquele tratamento a única forma de sobreviver dignamente”, afirmou o defensor público.
Segundo ele, a Ação Civil Pública é fruto da Defensoria Pública, através do Núcleo do Idoso, depois do pedido de representantes da Associação Brasileira de Alzheimer – Regional de Alagoas, no começo do mês de agosto. “A Justiça de Alagoas concedeu liminar no mesmo mês determinando que a Secretária de Saúde do Estado de Alagoas e do município de Maceió fornecessem aos portadores de doença de Alzheimer os medicamentos Cloridrato de Memantina 10 miligramas (EBIX, ALOIS) e Rivastigmina Transdêrmica (Exelon Patch), os quais não estão inseridos na relação de medicamentos oficiais disponibilizados à população pelo SUS”, explica o defensor.
No entanto, a referida Associação comunicou a Defensoria Pública que a Diretoria de Assistência Farmacêutica da Secretaria Estadual de Saúde, responsável pela farmácia de medicamentos excepcionais, está se negando a cumprir a decisão judicial, recusando, sem qualquer justificativa, a recepcionar os pedidos de medicamentos protocolados pelos pacientes.
Decisão obriga que pacientes tenham acesso ao medicamento sem nenhuma burocracia
De acordo com a juíza Maria Ester Fontan na decisão, o Brasil conta hoje com uma população de quase 15 milhões de idosos, e dentre as moléstias que mais os acometem está o Alzheimer – doença crônico-degenerativa, progressiva, que compromete o cérebro, causando a diminuição da memória, dificuldade no raciocínio e pensamento e alterações comportamentais.
“A doença atinge cerca de um milhão de brasileiros atualmente, e um número significativo destes cidadãos necessita do Sistema Único de Saúde (SUS) a fim de socorrer-se para tratamento da doença, e conseqüentemente, submetem-se, por faltar condições de arcar com o alto custo da doença, às conhecidas agruras no SUS”, afirma a Juíza Maria Éster Manso.
A decisão também ressalta que a atual lista do SUS revela-se deficiente e incompleta, quando não leva em consideração as variadas formas de tratamento para a doença e as diferenças e necessidades especiais para o adequado fornecimento de medicamentos que cada indivíduo necessita. “Em havendo urgência nos tratamentos de Alzheimer traduzindo no perigo da demora, reconheço o cabimento da antecipação da Tutela no caso sob análise, inclusive com respaldo jurisprudencial: ‘O direito à saúde é assegurado a todos, devendo os necessitados receber do ente público os medicamentos e exames necessários’ (Aplicação do artigo 196 da Constituição Federal)”, consta na decisão.
Segundo a Juíza, para ter acesso a estes medicamentos, é necessário apenas que o paciente ou sua família busque a farmácia de remédios excepcionais e protocole o pedido das medicações.
Veículo: Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Estado: AL
2 de novembro de 2010
Alzheimer : A Epidemia do Século
Autor: Dr. norton Sayeg
A doença de Alzheimer é a forma mais frequente de demência entre idosos.
Estima-se, no Brasil, 1 milhão e 200 mil de portadores configurando, pelo seu dramático crescimento, uma verdadeira epidemia silenciosa.
Erroneamente conhecida pela população como “esclerose” ou como o “velhinho gagá” não está relacionada com problemas circulatórios.
É caracterizada por um progressivo e irreversível declínio de funções intelectuais como: memória, orientação no tempo e no espaço, pensamento abstrato, aprendizado, incapacidade de realizar cálculos simples, distúrbios da linguagem, da comunicação, mudança da personalidade e da capacidade de julgamento e dificuldades crescentes na realização das tarefas cotidianas.
Na maioria das pessoas os sintomas iniciam depois dos 60 anos de idade.
Os cientistas ainda não sabem exatamente qual é a causa da doença de Alzheimer.
Sabe-se que, quanto maior a idade, maior o risco.
Os principais sintomas de alerta para Alzheimer que a população pode suspeitar incluem:
- perda progressiva de memória
- confusão e desorientação
- ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança
- alteração da personalidade e do senso crítico
- dificuldades com as atividades da vida diária como alimentar-se e banhar-se etc.
- dificuldade em reconhecer familiares e amigos
- dificuldade em tomar decisões
- perder-se em ambientes conhecidos
- alucinações, inapetência, perda de peso, incontinência urinária e fecal
- dificuldades com a fala e a comunicação
- movimentos e fala repetitiva
- insônia
- problemas com ações rotineiras domésticas e laborais
O tratamento é farmacológico com o uso de medicamentos específicos complementado com medidas de reabilitação como a terapia ocupacional
Como os familiares e cuidadores podem se informar e conseguir ajuda?
A informação correta associada à solidariedade ainda são as armas mais poderosas no enfrentamento dessa grave questão humana e de saúde pública. O site http:// www.alzheimermed.com.br foi construído exatamente para preencher essa lacuna.
O site Alzheimermed tem um compromisso inegociável com o tratamento correto da informação não apenas para médicos e profissionais de saúde mas também para familiares e cuidadores que precisam de ajuda e informações confiáveis.
Dr.Norton Sayeg
*Médico Especialista em Geriatria e Gerontologia - Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia-Associação Médica Brasileira (AMB).
*Presidente Fundador da Associação Brasileira de Alzheimer ( ABRAz)1989.
*Presidente Nacional da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.1996.
CONSULTÓRIO
Rua Itapeva,518 - Cjs:1307 a 1312 -
Brasil - São Paulo - SP.
Telefones (11) 3289-4728 / 3288-9584
EMERGÊNCIAS : (11) - 7299-1494
nortonsayeg@uol.com.br
www.alzheimermed.com.br
A doença de Alzheimer é a forma mais frequente de demência entre idosos.
Estima-se, no Brasil, 1 milhão e 200 mil de portadores configurando, pelo seu dramático crescimento, uma verdadeira epidemia silenciosa.
Erroneamente conhecida pela população como “esclerose” ou como o “velhinho gagá” não está relacionada com problemas circulatórios.
É caracterizada por um progressivo e irreversível declínio de funções intelectuais como: memória, orientação no tempo e no espaço, pensamento abstrato, aprendizado, incapacidade de realizar cálculos simples, distúrbios da linguagem, da comunicação, mudança da personalidade e da capacidade de julgamento e dificuldades crescentes na realização das tarefas cotidianas.
Na maioria das pessoas os sintomas iniciam depois dos 60 anos de idade.
Os cientistas ainda não sabem exatamente qual é a causa da doença de Alzheimer.
Sabe-se que, quanto maior a idade, maior o risco.
Os principais sintomas de alerta para Alzheimer que a população pode suspeitar incluem:
- perda progressiva de memória
- confusão e desorientação
- ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança
- alteração da personalidade e do senso crítico
- dificuldades com as atividades da vida diária como alimentar-se e banhar-se etc.
- dificuldade em reconhecer familiares e amigos
- dificuldade em tomar decisões
- perder-se em ambientes conhecidos
- alucinações, inapetência, perda de peso, incontinência urinária e fecal
- dificuldades com a fala e a comunicação
- movimentos e fala repetitiva
- insônia
- problemas com ações rotineiras domésticas e laborais
O tratamento é farmacológico com o uso de medicamentos específicos complementado com medidas de reabilitação como a terapia ocupacional
Como os familiares e cuidadores podem se informar e conseguir ajuda?
A informação correta associada à solidariedade ainda são as armas mais poderosas no enfrentamento dessa grave questão humana e de saúde pública. O site http:// www.alzheimermed.com.br foi construído exatamente para preencher essa lacuna.
O site Alzheimermed tem um compromisso inegociável com o tratamento correto da informação não apenas para médicos e profissionais de saúde mas também para familiares e cuidadores que precisam de ajuda e informações confiáveis.
Dr.Norton Sayeg
*Médico Especialista em Geriatria e Gerontologia - Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia-Associação Médica Brasileira (AMB).
*Presidente Fundador da Associação Brasileira de Alzheimer ( ABRAz)1989.
*Presidente Nacional da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.1996.
CONSULTÓRIO
Rua Itapeva,518 - Cjs:1307 a 1312 -
Brasil - São Paulo - SP.
Telefones (11) 3289-4728 / 3288-9584
EMERGÊNCIAS : (11) - 7299-1494
nortonsayeg@uol.com.br
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12 de outubro de 2010
6 de outubro de 2010
21 de setembro de 2010
Dia mundial de Alzheimer - 21 de setembro
fonte: site cuidar de idosos
Posted: 20 Sep 2010 06:55 PM PDT
Dia mundial de Alzheimer - 21 de setembro
Várias atividades estão programadas em todo o Brasil e pelo mundo, alusivas ao Dia mundial da doença de Alzheimer. O portal Cuidar de Idosos, como sempre faz todo ano, também está divulgando esta data e orientando as famílias e cuidadores sobre como enfrentar melhor esta tão difícil e cansativa arte de cuidar de idosos portadores de Alzheimer.
Verifique em nossa seção de vídeo, o FESTIVAL DE VÍDEOS SOBRE ALZHEIMER, que durante toda esta semana mostrará vídeos de todo o mundo, com a temática da doença de Alzheimer. Vale a pena conferir: http://www.cuidardeidosos.com.br/videos
Outro evento on-line é a campanha no Twitter sobre a doença de Alzheimer, com sorteio do livro SETE HISTÓRIAS DE ALZHEIMER. É só acessar o twitter do portal – @cuidardeidosos – e dar um retweet na frase: Sou um dos Mil Solidários ao Alzheimer e quero ganhar o livro Sete histórias de Alzheimer. Dê RT e #ajudeadivulgar”
A ABraz Nacional também está como uma programação em todo o Brasil, em inúmeras cidades, neste dia 21 de setembro. Quem quiser saber mais sobre os eventos da ABRAz, em sua cidade, é só acessar o link: http://www.abraz.com.br/default.aspx?pagid=ESICQRVJ. Também amanhã, dia 21, haverá uma programa especial do CUIDADORES NA WEB: http://www.abraz.com.br/default.aspx?pagid=EQNCPKPM .
Ajude a divulgar!
Posted: 20 Sep 2010 06:55 PM PDT
Dia mundial de Alzheimer - 21 de setembro
Várias atividades estão programadas em todo o Brasil e pelo mundo, alusivas ao Dia mundial da doença de Alzheimer. O portal Cuidar de Idosos, como sempre faz todo ano, também está divulgando esta data e orientando as famílias e cuidadores sobre como enfrentar melhor esta tão difícil e cansativa arte de cuidar de idosos portadores de Alzheimer.
Verifique em nossa seção de vídeo, o FESTIVAL DE VÍDEOS SOBRE ALZHEIMER, que durante toda esta semana mostrará vídeos de todo o mundo, com a temática da doença de Alzheimer. Vale a pena conferir: http://www.cuidardeidosos.com.br/videos
Outro evento on-line é a campanha no Twitter sobre a doença de Alzheimer, com sorteio do livro SETE HISTÓRIAS DE ALZHEIMER. É só acessar o twitter do portal – @cuidardeidosos – e dar um retweet na frase: Sou um dos Mil Solidários ao Alzheimer e quero ganhar o livro Sete histórias de Alzheimer. Dê RT e #ajudeadivulgar”
A ABraz Nacional também está como uma programação em todo o Brasil, em inúmeras cidades, neste dia 21 de setembro. Quem quiser saber mais sobre os eventos da ABRAz, em sua cidade, é só acessar o link: http://www.abraz.com.br/default.aspx?pagid=ESICQRVJ. Também amanhã, dia 21, haverá uma programa especial do CUIDADORES NA WEB: http://www.abraz.com.br/default.aspx?pagid=EQNCPKPM .
Ajude a divulgar!
19 de setembro de 2010
Pesquisa confirma que exercitar o cérebro ameniza as perdas cognitivas do envelhecimento
Clipping do dia: 31/08/2010
Data de veiculação: 31/08/2010
Fonte:Associação Brasileira de Psiquiatria
www.abpbrasil.org.br
Um estudo recém-publicado pela revista Neurology, periódico oficial da Academia Americana de Neurologia, demonstrou que atividades que estimulam o cérebro, como a leitura e as palavras cruzadas, podem reduzir a velocidade de perdas cognitivas associadas ao envelhecimento, mas no futuro, se o indivíduo apresentar um quadro de demência, faz que a evolução da doença seja mais rápida.
Os pesquisadores acompanharam por um período de 12 anos cerca de 1.100 americanos com mais de 65 anos de idade e sem o diagnóstico de demência. Os voluntários foram testados do ponto de vista cognitivo e interrogados quanto ao nível de participação em atividades mentais estimulantes como leitura, jogos e passeios dedicados a atividades culturais.
Aqueles que apresentaram mais atividades estimulantes eram os que tiveram menores perdas cognitivas ao longo dos anos. Esse efeito já havia sido demonstrado anteriormente e o que a atual pesquisa trouxe de novo foi a evidência de que os indivíduos com o diagnóstico da doença de Alzheimer tiveram uma evolução mais rápida da doença quando tinham um histórico de muita atividade estimulante antes do diagnóstico.
Os resultados sugerem que um idoso que estimula bastante o cérebro, mesmo que já apresente lesões cerebrais silenciosas associadas a doenças que levam à demência, conseguirá manter seu desempenho cerebral normal por mais tempo que aquele com pouca estimulação.
Neste caso, o estado de equilíbrio cerebral tem o seu limite. Quando um cérebro bem estimulado começar a apresentar sintomas de uma síndrome demencial, o contingente de alterações cerebrais já é maior do que nos cérebros pouco estimulados e, por isso, a evolução da doença tenderá a ser mais rápida. Isso nos faz pensar na estimulação cerebral como uma estratégia que não evita o aparecimento de uma síndrome demencial como a doença de Alzheimer, mas uma forma de se viver mais tempo com o cérebro funcionando bem, sem sintomas da doença.
Data de veiculação: 31/08/2010
Fonte:Associação Brasileira de Psiquiatria
www.abpbrasil.org.br
Um estudo recém-publicado pela revista Neurology, periódico oficial da Academia Americana de Neurologia, demonstrou que atividades que estimulam o cérebro, como a leitura e as palavras cruzadas, podem reduzir a velocidade de perdas cognitivas associadas ao envelhecimento, mas no futuro, se o indivíduo apresentar um quadro de demência, faz que a evolução da doença seja mais rápida.
Os pesquisadores acompanharam por um período de 12 anos cerca de 1.100 americanos com mais de 65 anos de idade e sem o diagnóstico de demência. Os voluntários foram testados do ponto de vista cognitivo e interrogados quanto ao nível de participação em atividades mentais estimulantes como leitura, jogos e passeios dedicados a atividades culturais.
Aqueles que apresentaram mais atividades estimulantes eram os que tiveram menores perdas cognitivas ao longo dos anos. Esse efeito já havia sido demonstrado anteriormente e o que a atual pesquisa trouxe de novo foi a evidência de que os indivíduos com o diagnóstico da doença de Alzheimer tiveram uma evolução mais rápida da doença quando tinham um histórico de muita atividade estimulante antes do diagnóstico.
Os resultados sugerem que um idoso que estimula bastante o cérebro, mesmo que já apresente lesões cerebrais silenciosas associadas a doenças que levam à demência, conseguirá manter seu desempenho cerebral normal por mais tempo que aquele com pouca estimulação.
Neste caso, o estado de equilíbrio cerebral tem o seu limite. Quando um cérebro bem estimulado começar a apresentar sintomas de uma síndrome demencial, o contingente de alterações cerebrais já é maior do que nos cérebros pouco estimulados e, por isso, a evolução da doença tenderá a ser mais rápida. Isso nos faz pensar na estimulação cerebral como uma estratégia que não evita o aparecimento de uma síndrome demencial como a doença de Alzheimer, mas uma forma de se viver mais tempo com o cérebro funcionando bem, sem sintomas da doença.
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